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Tocando Agora:

Há pessoas que transformam as próprias feridas em esperança...

A vida poderia ter endurecido o coração de Francylena Pinto. Viúva, professora, dona de casa e mãe atípica, ela enfrentou dores que poderiam ter apagado seu sorriso. Mas fez uma escolha diferente: decidiu continuar vivendo com amor, leveza e gratidão. Recentemente, um vídeo simples tocou milhares de pessoas. Nele, Francylena canta a música “A Menina Que Eu Fui”, segurando apenas uma escova de cabelo como se fosse um microfone. Não há palco, produção ou efeitos especiais. Há apenas uma mulher que encontrou nos vídeos uma forma de transformar a dor em terapia e a tristeza em esperança. Além disso, ela alimenta um sonho: crescer como empreendedora vendendo salada de frutas e construir um futuro melhor para sua família. Em uma publicação nas redes sociais, ela escreveu uma frase que resume sua história: “Me orgulho, sim, pois tinha tudo para ser amarga, dura e rancorosa. Mas escolhi ser doce, amável e ver a vida com outros olhos.” Essa talvez seja a maior lição de todas. Nem sempre podemos escolher o que a vida nos faz passar. Mas podemos escolher quem nos tornamos depois da tempestade. Se hoje você enfrenta dias difíceis, não desista. As cicatrizes contam histórias de sobrevivência, e a sua ainda está sendo escrita.

Há pessoas que transformam as próprias feridas em esperança...
Há pessoas que transformam as próprias feridas em esperança... (Foto: Reprodução)

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