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Contato com ex-marido pode fazer condenada pela morte do filho perder prisão domiciliar

A condenada Cristiane Renata Coelho, sentenciada pela morte do filho Leudo Ricardo e pela tentativa de homicídio contra o ex-marido, o subtenente Francileudo Bezerra Severino, poderá voltar ao regime fechado após enviar uma mensagem à vítima poucos dias depois de obter o benefício da prisão domiciliar. Segundo a defesa de Francileudo, o contato pode representar descumprimento das condições impostas pela Justiça para a manutenção da progressão de regime. O caso já foi comunicado ao Judiciário, que deverá avaliar se houve violação das regras estabelecidas. De acordo com o advogado Walmir Medeiros, a mensagem foi enviada por aplicativo e continha um pedido de perdão, além de uma tentativa de reaproximação com o ex-marido. A defesa sustenta que a iniciativa pode configurar falta grave e pediu a revogação do benefício. O caso reacende um dos crimes de maior repercussão da história recente do Ceará. Em 2014, Leudo Ricardo, de apenas 9 anos, morreu após ingerir alimento contaminado com veneno. O pai da criança também foi envenenado, mas sobreviveu. Cristiane Renata foi condenada em 2017 por homicídio triplamente qualificado contra o filho e por tentativa de homicídio contra o então marido. Agora, caberá ao juiz da execução penal decidir se o contato com a vítima justifica a regressão para o regime fechado. Até o momento, não há decisão judicial sobre o pedido apresentado pela defesa de Francileudo.

Contato com ex-marido pode fazer condenada pela morte do filho perder prisão domiciliar
Contato com ex-marido pode fazer condenada pela morte do filho perder prisão domiciliar (Foto: Reprodução)

A condenada Cristiane Renata Coelho, sentenciada pela morte do filho Leudo Ricardo e pela tentativa de homicídio contra o ex-marido, o subtenente Francileudo Bezerra Severino, poderá voltar ao regime fechado após enviar uma mensagem à vítima poucos dias depois de obter o benefício da prisão domiciliar.


Segundo a defesa de Francileudo, o contato pode representar descumprimento das condições impostas pela Justiça para a manutenção da progressão de regime. O caso já foi comunicado ao Judiciário, que deverá avaliar se houve violação das regras estabelecidas.


De acordo com o advogado Walmir Medeiros, a mensagem foi enviada por aplicativo e continha um pedido de perdão, além de uma tentativa de reaproximação com o ex-marido. A defesa sustenta que a iniciativa pode configurar falta grave e pediu a revogação do benefício.


O caso reacende um dos crimes de maior repercussão da história recente do Ceará. Em 2014, Leudo Ricardo, de apenas 9 anos, morreu após ingerir alimento contaminado com veneno. O pai da criança também foi envenenado, mas sobreviveu.


Cristiane Renata foi condenada em 2017 por homicídio triplamente qualificado contra o filho e por tentativa de homicídio contra o então marido. Agora, caberá ao juiz da execução penal decidir se o contato com a vítima justifica a regressão para o regime fechado.


Até o momento, não há decisão judicial sobre o pedido apresentado pela defesa de Francileudo.

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