Coronel da PM acusado de matar a esposa se aposenta com salário de R$ 22 mil enquanto aguarda julgamento
A Polícia Militar de São Paulo oficializou nesta quarta-feira (10) a transferência para a reserva do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, que está preso preventivamente desde março, acusado de matar a própria esposa, a soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos. Com a aposentadoria, o pagamento dos vencimentos do oficial passará a ser feito pela São Paulo Previdência (SPPrev). Atualmente, ele recebe cerca de R$ 22 mil por mês. O valor poderá ser reduzido caso ele seja condenado e perca a patente militar. Além do processo criminal por homicídio e fraude processual, o militar responde a um procedimento no Conselho de Justificação da PM, que pode resultar em sua exclusão definitiva da corporação. De acordo com as investigações, o oficial teria tentado encobrir o crime simulando o suicídio da esposa. Gisele foi encontrada morta no apartamento onde o casal vivia, na região central da capital paulista. Geraldo Neto permanece detido no Presídio Militar Romão Gomes desde o dia 18 de março, enquanto aguarda o andamento do processo judicial.
Comentários (0)